segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Comunicado MCATA: O MCATA repudia a realização da vacada de São Martinho na Lagoa




O MCATA repudia a realização da vacada de São Martinho na Lagoa

No próximo dia 12 de novembro está programada a realização duma “vacada” integrada nas tradicionais comemorações de São Martinho na freguesia de Santa Cruz, concelho da Lagoa, a qual merece o nosso total repúdio.

O Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) considera que nenhum entretenimento que use animais, como as “vacadas”, constitui uma atividade que enriqueça qualquer programa festivo tanto mais que as “vacadas” para além de causarem sofrimento aos animais – em ano anterior, por exemplo, um animal partiu um corno e mesmo a escorrer sangue não foi poupado – põem em risco as próprias pessoas e em nada contribuem para a educação das mesmas.

A prova de que a vacada é perfeitamente dispensável é que em São Miguel sempre se festejou a efeméride sem a importação destes tristes e bárbaros costumes e que no próprio concelho da Lagoa, na freguesia do Cabouco, o São Martinho vai ser festejado tradicionalmente sem recurso a “vacadas”.

No que diz respeito ao evento anunciado, não deixa de ser estranha a vinda dos animais e de “artistas” da ilha Terceira. Sobre isto, fica a seguinte dúvida: como é que uma irmandade duma festa local tem tanto dinheiro para pagar todas as despesas? E não seria mais útil e sensato utilizar o referido dinheiro noutros convívios ou na solidariedade a quem está a passar dificuldades na vida?

Se há talvez mecenas públicos ou privados envolvidos no pagamento do transporte, do aluguer dos animais ou das licenças, eles não devem ter a sua consciência tranquila, pois os seus nomes não são divulgados em toda a informação disponibilizada. A título de exemplo, em anos anteriores houve o apoio explícito da Câmara Municipal da Lagoa, mas também da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, o que não deixa de ser muito estranho tratando-se duma festividade local da Lagoa.

Face ao exposto, o MCATA apela a todas as pessoas para manifestarem o seu desacordo, quer diretamente à Câmara Municipal da Lagoa quer à Junta de Freguesia da Santa Cruz, e para assinarem e divulgarem a seguinte petição, que conta já com mais de um milhar de assinaturas:

https://www.change.org/p/c%C3%A2mara-municipal-da-lagoa-e-junta-de-freguesia-de-santa-cruz-s%C3%A3o-martinho-sem-vacadas


Comunicado do
Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)
http://iniciativa-de-cidadaos.blogspot.pt/
07/11/2016


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Assine contra a vacada na Lagoa, São Miguel



Animal ferido sem um chifre - Lagoa


Para: Câmara Municipal da Lagoa e Junta de Freguesia de Santa Cruz

Exmos Senhores
No próximo dia 12 de novembro está programada a realização duma “vacada”, integrada nas comemorações de São Martinho, na freguesia de Santa Cruz, concelho da Lagoa, na ilha de São Miguel.
- Considerando que as touradas ou “vacadas” em nada contribuem para educar os cidadãos e cidadãs para o respeito aos animais, além de causarem sofrimento aos mesmos;
- Considerando que põem em risco, de forma absurda, a integridade física e até em algumas ocasiões a vida das pessoas;
- Considerando que não há tradição ou divertimento que justifiquem o sofrimento e maus tratos a um animal;
Vimos apelar:
- À Câmara Municipal da Lagoa e à Junta de Freguesia de Santa Cruz para que não apoiem a iniciativa, como fazia o antigo presidente João Ponte;
- Aos lagoenses e demais micaelenses para boicotarem a iniciativa e participarem noutros convívios onde não há o gasto inútil de dinheiros para alimentar a indústria tauromáquica terceirense, como o São Martinho da Freguesia do Cabouco.

Assine aqui:
https://www.change.org/p/c%C3%A2mara-municipal-da-lagoa-e-junta-de-freguesia-de-santa-cruz-s%C3%A3o-martinho-sem-vacadas





quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Comunicado MCATA: As touradas contra o turismo nos Açores



As touradas contra o turismo nos Açores

O Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA), num momento como o actual de grande desenvolvimento do turismo nas nossas ilhas, regista, com muita preocupação, alguns relatos de turistas que são intimidados pela presença de touros soltos quando percorrem alguns dos trilhos pedestres da ilha Terceira. Tal facto cria um clima de insegurança que é exactamente contrário à tranquilidade necessária e desejável para quem se desloca para contemplar as belezas naturais da ilha. Já houve mesmo relato de feridos entre os turistas.

Sendo os trilhos pedestres um dos principais pólos de atracção turística da região e dos mais procurados por quem nos visita, não se percebe alguma apatia existente na ilha Terceira que se traduz na falta de criação das devidas condições para a sua utilização.

Ao exposto, temos de acrescentar a realização na referida ilha de mais de uma tourada à corda por dia, por vezes cortando o trânsito, paralisando a economia e criando novas e absurdas situações de perigo para os turistas. Segundo notícias divulgadas na comunicação social nos últimos anos, são já vários os turistas que receberam ferimentos graves no decorrer duma tourada à corda, ou simplesmente por se encontrarem nas proximidades no momento da fuga do touro. Este ano foi ainda mais grave, tendo uma turista sido morta.

É este o cartaz turístico que os Açores pretendem oferecer a quem nos visita?

O MCATA considera delirantes as recorrentes declarações da indústria tauromáquica no sentido de afirmar que as touradas servem para atrair o turismo quando as mesmas são cada vez mais repudiadas a nível internacional. Ainda recentemente um operador turístico da ilha Terceira afirmou que os trunfos para atrair o turismo eram “os toiros, a natureza e a gastronomia”, convidando uma série de agentes de viagens espanhóis para conhecer estas realidades da ilha. O resultado foi o que se esperava: os próprios convidados foram peremptórios em desmentir as palavras do seu anfitrião, afirmando que “o principal trunfo da Terceira no campo turístico reside na natureza”.

O negócio das touradas parece ser claramente um entrave para o desenvolvimento do turismo, tanto na ilha Terceira como nos Açores, pois os aspectos negativos de qualquer uma das ilhas ficam, para o turista, associados ao conjunto do arquipélago. A irresponsabilidade e a falta de cuidado no desenvolvimento do turismo de natureza na Terceira, ou em qualquer outra ilha, pode dissuadir novos turistas de visitar os Açores.

O MCATA repudia todos os apoios declarados ou encobertos à tauromaquia e considera que devem ser criadas todas as condições para que os turistas se sintam em segurança na ilha Terceira bem como nas restantes ilhas.


Comunicado do
Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)
http://iniciativa-de-cidadaos.blogspot.pt/
27/10/2016




Imagem: Diário Insular, 14 de setembro

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

A insipidez das touradas à corda


Ferro Alves queria que os touros marrassem mais

O jornalista e advogado Ferro Alves que esteve nos Açores como deportado, onde participou na Revolta dos Açores e da Madeira, em 1931, antes de aderir ao salazarismo, esteve na ilha Terceira durante quinze dias, tendo assistido a uma tourada que descreveu no seu livro “A Mornaça”, publicado em Lisboa em 1935.

Aqui vai um relato do que viu:

“Na praça da terra reúnem-se todos os habitantes no meio de uma chinfrineira aguda empunhando cacetes e com mais abundância guarda-chuvas, Esse instrumento antipático e avelhado disfruta aqui de irresistíveis simpatias. Nas janelas apinham-se cachos humanos chilreantes.

O cacique local com aspecto importante – as ilhas estão pejadas de odiosos caciques – dirige a função. Munido de uma corneta, ou búzio, o soba do povoado dá o sinal para começar a festa. As mulheres, que no mais recôndito das suas almas escondem a sua adoração pela tragédia, cerram os olhos, soltando uns ais terroríficos de parturientes. Os homens atacados dum pânico súbito fogem em todas as direcções. Alguns, com pronunciadas atitudes simiescas, trepam às árvores, encarrapitando-se nos últimos ramos, como se o toiro fosse um animal trepador. A praça fica deserta e respira-se um ar pressago de dramatismo. Contraídos e anelantes, como nas tardes famosas de Madrid, em que Belmonte alterna com Cagancho, aguardamos a aparição do toiro, fumegando cólera e bramindo vingança.

Afinal surge o cornúpeto, que não é toiro, mas simplesmente um novilho, e bastas vezes, uma raquítica vaca, muito enfastiada por ver-se metida em zaragatas. Pois, senhores, e aqui reside o ineditismo do espetáculo, o tal novilho de poucas carnes e de insubsistente acometividade, vem amarrado por uma longa corda de quinze ou vinte metros. O pobre bicho de olhos chorosos, autenticamente bovinos, acossado pelo gritério, dá uma corridita até ao meio da praça, estaca de repente assustado soltando uns mugidos lancinantes, em que bramam desejos insatisfeitos duma boa ração de favas.

Aproveitando a indecisão do animalzito nostálgico duma verde campina, onde possa saciar a sua fome, os populares mais atrevidos lançam-se à praça com a chaqueta numa mão e o obcecante guarda-chuva na outra. Com estes singulares atavios, que substituem a muleta e as bandarilhas citam o pachorrento animal, que exala uns quantos gemidos a ver se não o metem em sarilhos.

Animados pela mansidão do cornúpeto, los diestros, puxam-lhes o rabo, espicaçam-no com a ponta das malditas sombrinhas, provocam-no com lenços escarlates.

O animal resolve-se finalmente a investir depois de laboriosa deliberação. Os artistas abandonam a presa e os instrumentos de combate. Se porventura o triste novilho consegue alcançar algum dos seus algozes, rasgando-lhe com uma cornada o fundilho das calças, o gentio delira. Há palmas e vivas, desmaios e chiliques. Os marmanjões que sustentam a corda que prende o bicho puxam dela desesperadamente até que imobilizam completamente o bicharoco. Se este num movimento ocasional se volta, enfrentando-se com os moços de corda, então o pânico é indescritível.

Um autêntico salve-se quem puder. Os muros e as árvores são impotentes para conter a correria vertiginosa, alucinada, dos pretensos campinos. Chiam como ratazanas aprisionadas na ratoeira.

Felizmente a mornaça contamina não só os homens como os animais. O novilho a breve trecho se fatiga, para tristonho e rendido entregando-se sem combate à fúria vencedora dos seus inimigos. Docilmente deixa-se conduzir ao curral, com um olhar resignado, de quem pede perdão por ter magoado o traseiro de algum diestro menos veloz. Creio que nestas touradas, apesar de frequentes, nunca houve colhidas que demandassem mais do que um pouco de álcool para friccionar as nádegas dos campónios.

Nestas touradas somente tomam parte como aficionados elementos populares. Os filhos dos sobas e régulos, classifico assim os personagens locais, abstêm-se de participar nestes folguedos. A sua seriedade de jarrões impede-os de se misturarem a tudo o que seja dinamismo.

O espetáculo termina com a lide de alguma vaca, mãe respeitada de numerosa prole. Insensível aos guarda-chuvas e às chaquetas permanece estática no meio da praça entre as chufas da multidão. Para arrancá-la à sua passividade chegam a picá-la com sovelas. Eu vi uma tão pachorrenta, que um indígena no meio do entusiasmo da assistência, puxava-lhe cinicamente as orelhas. Com a descrição das célebres touradas à corda, cremos dar uma ideia nítida da maneira como a mornaça transforma em insipidez, os mais emocionantes espetáculos."


José Ormonde
Açores, 12 de setembro de 2016


domingo, 11 de setembro de 2016

Mais mentiras sobre a tortura de touros e cavalos




O aficionado Vítor Rui Dores gosta da tortura de touros e cavalos

Um indivíduo que dá pelo nome de Vítor Rui Dores sempre que pode escreve ou fala em apoio da tortura de touros e de cavalos, isto é da tauromaquia, que anda a passar por maus bocados, pois cresce em todo o mundo o número daqueles que acham que tal prática não faz qualquer sentido nas sociedades do século XXI.

Mas, ao contrário do que seria de esperar, o individuo em questão sempre que fala sobre o assunto não acrescenta uma linha ao que qualquer aficionado de meia tijela é capaz de vomitar pela boca para fora.

Em entrevista à TSF, transcrita no Açoriano Oriental, do passado dia 7 de agosto, o senhor Dores começa por afirmar que na Graciosa existe a única praça de touros no mundo situada na cratera de um vulcão. Ao contrário do que ele pensa tal facto não é orgulho para ninguém, pois no mundo de hoje o que se assiste é à demolição de praças de touros ou a sua adaptação para outros fins, como centros comerciais, centros desportivos ou centros culturais, onde a tortura de animais não é permitida.

Com vistas curtas ou com palas nos olhos, o senhor Dores conhece um estudo que afirma que as touradas à corda contribuem com 11% para o PIB da Terceira e desconhece outro da autoria de Tomaz Dentinho e de João Paes que afirmam que as touradas apenas representam 0,6% do PIB.

De acordo com o Açoriano Oriental o senhor Dores pensa “que 11% do PIB da Terceira está relacionado com as touradas, porque as pessoas compram muita cerveja e bifanas durante as touradas à corda”. Se o senhor em questão não tivesse a idade que tem diria que a afirmação não passava de “coisa de rapazes” como já devia ter idade para ter juízo nada temos a acrescentar.

Como já tivemos a oportunidade de escrever termino esta nota desnecessária, afirmando “que tal como acontece com qualquer tipo de espetáculo, as touradas não são uma atividade produtiva, não contribuindo em nada para a economia real. Será que contribuem para melhorar a vida das pessoas os seguintes contributos para o PIB mencionados no estudo: o dinheiro pago aos ganadeiros (transferência de dinheiro para particulares), o pagamento de licenças (transferência de dinheiro para as autarquias), o consumo de comidas e bebidas (na maioria a partir de produtos importados e que aconteceria na mesma se a tourada fosse substituída por outra atividade festiva) ou o combustível e o desgaste de veículos de quem se desloca para as touradas (que estarão associados a um aumento da importação de derivados do petróleo e de carros ou peças para os mesmos), despesas dos hospitais com os feridos (em média, 300 por ano) e com as funerárias em casos de mortes (em média, uma por ano).


José Ormonde
10 de setembro de 2016



terça-feira, 30 de agosto de 2016

A falsa tradição das touradas à corda nos Açores




Sobre a tourada à corda nos séculos XX e XXI: alguns dados estatísticos

Através da análise ao número anual de touradas à corda, na ilha Terceira, facilmente se conclui que a tendência é a do aumento quase contínuo das mesmas, as quais cresceram cerca de 1400% (mil e quatrocentos por cento) num século (Fig.1).

Face a estes números, facilmente se conclui que na Terceira não se defende uma tradição quanto a nós que não tem qualquer razão para continuar, embora seja inegável que a tourada à corda é antiga, mas se fomenta uma indústria ou negócio sujo que vive de maltratar e humilhar animais e do sofrimento e morte de pessoas, que participam de sua livre vontade com a ajuda, muitas vezes de algum álcool.

Outro argumento, a comprovar que nem é a tradição caduca que está em causa, é o do esforço que a indústria tauromáquica tem feito para que as touradas à corda se expandam para as outras ilhas. Este esforço é feito sobretudo por terceirenses a viver fora da sua ilha e tem contado com fortes apoios governamentais e de autarcas sem um pingo de sensibilidade para as questões da educação cívica das populações e para as questões do bem-estar e dos direitos dos animais.

Uma estatística que nunca será feita com rigor é a do número de feridos e mortos pois o que as entidades oficiais fazem é desonesto, isto é, ou não recolhem os dados ou não os divulgam, estando assim ao serviço da deseducação e dos promotores da tortura animal.

Sobre este assunto, em 2014, o MCATA- Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia dos Açores estimou que as touradas à corda eram responsáveis anualmente por no mínimo uma morte e mais de 300 feridos.

De qualquer modo, como não está no âmbito deste texto apontar números de mortos e feridos, vamos limitar-nos a referir um caso ocorrido em 1936 que, por agora, não sabemos que teve algum impacto no número de touradas daquele ano. Assim, no ano referido devido à ocorrência de vários feridos numa tourada as mesmas terão sido suspensas (Fig. 2)


Com o 25 de abril de 1974 os promotores de touradas e criadores de touros, fiéis servidores da ditadura apanharam um susto que não passou disso mesmo pois não houve coragem de proibir alguns vícios.

Assim, de 1974 para 1975, o número de touradas foi reduzido em 73,3%. Tal facto, terá sido resultado de uma deliberação do Dr. Oldemiro de Figueiredo que, segundo Pedro de Merelim, “estabeleceu que, além das oitenta tradicionais, no sentido de evitar exageros, só concederia licença para touradas à corda nas freguesias aos sábados, domingos e feriados” (ver fig 3).


De 1978 para 1980, resultado do sismo que destruiu a ilha Terceira no dia primeiro de Janeiro, o número de touradas reduziu de 59,6%, tendo recuperado no ano seguinte, onde ocorreu um aumento de 193,3% de 1980 para 1981.

Os democratas que nos governavam, a esmagadora maioria servidores do Estado Novo reciclados, não tiveram coragem de proibir a realização das mesmas, pelo menos em 1980, ano em que a ilha sofreu uma calamidade que para a ultrapassar teve de recorrer à solidariedade de muita gente, no arquipélago e fora deste. O próprio Pedro de Merelim referiu que suprimir a tourada “constituiria sério risco eleitoral da autoridade que o ousasse”.

Desde aquela data até agora, com a exceção de alguns anos em que houve decréscimo, como já escrevemos a tendência tem sido o crescimento do número de touradas, com o apoio de políticos populistas que nem foram capazes de manter a proibição da realização das mesmas fora dos fins de semana e feriados.

Em síntese e em conclusão, com o apoio governamental, autárquico, de organizações ligadas à Igreja Católica, de empresas sem escrúpulos, as de touradas à corda, ao contrário do que seria desejável, isto é estarem a caminho da extinção, substituídas por atividades recreativas ou culturais sem a presença de bovinos, como o boi de mamão, no Brasil, têm vindo a crescer ao longo do tempo. Assim, conclui-se que o que a indústria tauromáquica faz não é tentar manter uma tradição, ainda que anacrónica, mas sim rentabilizar ao máximo o seu negócio à custa do desrespeito pelos animais e pelas pessoas, a esmagadora delas viciadas pela habituação e falta de educação que não é dada nas famílias e nas escolas.


José Ormonde
Açores, 17 de agosto de 2016


Bibliografia
- Merelim, P. (1986). Tauromaquia Terceirense. Angra do Heroísmo: Delegação de Turismo de Angra do Heroísmo.




domingo, 28 de agosto de 2016

Tortura de interesse público



O Secretário Regional da Educação e Cultura, Avelino de Meneses, declarou de "reconhecido interesse público" a participação de forcados terceirenses nas touradas da ilha Graciosa, com dispensa do trabalho para os funcionários públicos.

Mais subsídios encobertos para a tortura de animais.